Spoilers para quem não acompanha a 2ª temporada True blood

Depois da poupularização do tema (vampiros) e elogio da crítica que incluiu até um Emmy para Anna Paquin a segunda temporada de True Blood voltou de forma bombante ! Com uma audiência de 10 milhões de espectadores por episódio, a HBO só tem o que comemorar. Mas nem tudo é tão ‘beautiful’ assim !

Enquanto os marqueteiros da série se sobresaem os roteiristas dão a impressão que ficarão muito contentes com o resultado da priemeira temporada que pensam que qualquer bizarrice (sim, bizarrice) colocada na trama vai dar certo. Com os três episódios já axibidos e o quarto passa nos EUA amanhã, pode-se notar alguns pontos fundamentais nesse quase 1/3  de temporada:

- O que era trash está tão sobrecarregado que passa a ser ridículo, de dar vergonha só de assitir. Por exemplo, quem consegue assistir os 10 primeiros minutos do 3º episódio sem achar toda a história sem cabimento.

- Além de fazer certas concessões (ou você realmente acredita em vampiros?) temos que ofender nossa inteligência para aceitar que Sookie é uma garota de princípos que prefere caminhar no pântano (é por que não na rodovia, se era ali que ela estava?) só porque brigou com Bill – brigas que parecem que são colocadas para não poder cair na rotina, mas de tantas brigas entre os dois, sobre motivos mais banais, isso já virou rotina.

- Aprenda com os roteiristas: toda briga de True Blood é um mote para algum acontecimento que será decisivo na temporada.

- E Anna Paquin ? A famigerada Sookie vem dando aulas de como não atuar ! Nada do que ela fala (sendo irrelevante a qualidade dos textos) é verossímil. A caricatura da garota de bons princípios que ama um vampiro é o que sobra.

- Maryann, a dama de preto com muitos segredos já não disperta mais o memso interesse pois nada evolui na sua história. É sempre o mesmo: festas qu viram orgias e não levama lugar nenhum a não ser ao pseudo-namoro de Tara.

Mas, temos pontos positivos:

- Lafayette (não lembro o nome do ator) é o único que convence no personagem. Seja numa situação de tortura ou de negociação com vampiros-fodões ele sempre se destaca, tem o controle de toda a cena,  mesmo sendo um coadjuvante na trama

- Depois de ser retratado como um completo alienado e idiota, a personagem de Jason ganhou alguma consistência nessa temporada. A ideia de mostrar a seita/igreja que foi motivo de preocupação dos vampiros durante a primeira temporada com outra abordagem etsá sendo muito bem apoveitada. Quais são os reais interesses daquele pastor bajulador (a mulher dele é uma das coisas mais irritantes da série, mas etsá bem de acordo com a caracterização apropriada) não se sabe, mas os toques de drama e reflexão bordados não caem no mesmice ou chatice.

- A historia da jovem vampira (Jéssica) parece que finalmente vai engrenar.

E assim, True Blood hoje é uma série sustentada por tramas paralelas que onde acerta faz de forma muito boa mas os erros são grosseiros. Acrescentando a isso as cenas de sexo e nudez parecem ser uma tentiva de justificar os defeitos citados, pois quem vai reparar nos erros quando os protagonistas estão gemendo ?

Enquanto isso, na sala de estagiários do G1, o estagiário desperdiçou grande chances de fazer uma média com o chefe: dar uma notícia importante em primeira mão de forma correta.

Sobrou para o pessoal de Erechim, e não Erexim

ereXim, #G1, #fail

ereXim, #G1, #fail

logo, logo, eles corrigem, mas esse é o link.

Segundo o blog Awkardstar, as acusações de que Michael Jackson teria aliciado um menor e abusado dele sexualmente seriam todas mentira criada pelos pais do garoto para extorquir dinheiro do cantor.

E quem diz isso é o próprio garoto (hoje não mais garoto, né).

Segue abaixo a entrevista do garoto:

“I never meant to lie and destroy Michael Jackson but my father made me to tell only lies. Now i can’t tell Michael how much i’m sorry and if he will forgive me.

Now for the first time i can’t bare to lie anymore. Michael Jackson didn’t do anything to me, all was my father lies to escape from being poor.”

—-

Mas, é difícil de acreditar racionalmente num blog de pouca expressão, que pode ter sido feito por um fã, ou até mesmo para tranquilizar os fãs do cantor depois da perda do astro.

Será mesmo que alguém que mentiu por todo esse tempo teve uma crise de consciência com a morte de Michael ? Acho difícil de acreditar.

Seja como for, os que sempre tiveram dúvidas da legitimidade da acusação,agora ganham alguma base para filosofar.

*Vale ainda ressaltar que essas denuncias mancharam a carreira de Michael e transformaram a última década do cantor num afastamento do público e da profissão.

Enquanto não existem esclarecimentos fico “em cima do muro”, sem nenhuma posição a respeito desse assunto.

Aproveitando a onda da estreia de Transformers2 circula por aí um vídeo de um MacTransformer. Muito bem feito.

Ainda não vi a sequência do filme, mas pelo qua crítica vem dizendo somadas as impressões negativas que eu tive no primeiro longa, minha expectativa de ver um bom filme é baixíssima.

Enquanto isso, o vídeo dá uma boa ideia da publicidade que o filme ganhou nesse sua estreia mundial:

Michael_Jackson

Morre uma das figuras que você se acostumou a ver há muito tempo e tem certeza que ela sempre estará lá, pronta para mais um disco, filme ou simples autógrafo.

E, nesse momento único para a mídia não quero polemizar e, apenas publico o que o jornal “L’Osservatore Romano” (isso mesmo, o jornal do Vaticano) para a surpresa de todos, disse (com tradução/adaptação feitas pelo PortalMTV):

“Terá morrido de verdade?”

Seria bizarro o jornal da Santa Sé fomentar uma adiantada mania de “Michael Não Morreu”. Lendo o texto, percebemos que não é bem isso. Espertamente, o diário compara Jackson a outros ícones da música pop.

“Não seria estranho que, em alguns anos, alguém o reconheça em um posto de gasolina de Memphis, talvez junto a seu ex-sogro Elvis Presley, outro mito que, como Janis Joplin, Jim Morrison, Jimi Hendrix ou John Lennon, não morrem jamais na imaginação de seus admiradores”, diz o texto, de autoria do jornalista Marcello Filotei.

O texto consegue ser espirituoso e respeitoso ao mesmo tempo. E presta sua homenagem ao ícone morto, o categorizando como “menino prodígio”.

As acusações de pedofilia também são abordadas: “São bem conhecidas seus problemas judiciais por denúncias de pedofilia. Entretanto, nenhuma acusação, por má e vergonhosa que seja, foi suficiente para apagar sua lenda entre os milhões de fãs no mundo todo. A prova disso são as emocionantes reações despertadas pela notícia de sua morte, na qual muitos não acreditam. E talvez alguém já o tenha visto em Memphis”.

Em tempo onde são mais expostas as falhas da Igreja, o texto como um todo foi um acerto, me surpreendendo positivamente.Parabéns, Bento XVI!

Rest in Peace, MJ

O sucesso do livro 1001 discos para ouvir antes de morrer (ainda vou comprá-lo, um dia) não está só nas páginas da publicação

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Seria uma vergonha ver o link e não publicá-lo aqui.

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bob-dylan

Intrigas de Estado:Sabe quando todo mundo fala que uma coisa é boa e você vai todo faceiro querendo que realmente a coisa seja boa ? E descobre que é melhor ainda? Essa foi minha impressão de State of Play (Intrigas de Estado), com Russsell Crowe e Ben Affleck, afinadíssimos, num timming de direção exemplar, onde o telespectador vira refém das ideias do diretor e é levado, com maestria, a sentir e pensar exatamento o mesmo que os protagonistas ! E o final com música do Creedence ? F*da !

Up: E Up ? Não é um Ratatouille nem um Wall-E, mas vale cada centavo do ingresso. Tem que ser muito indiferente para não gostar. Filme curto, quando apela para lição de moral faz com bom senso e de modo ágil que não compromete a animação. Piadas simples feitas de modo exemplar resulta em mais um Gol ! da Pixar.

John Adams: Como disse Cláudia Croitor do Legendado, John Adams é luxo e riqueza. Produção de Tom Hanks, Emmy e Golden Globe de melhor minissérie. É fácil entender porque norte-americanos são apaixonados pela sua história.

Anjos e demônios: E Anjos e Demônios ? Passe longe. Falaram que era melhor que o filme do Código DaVince. Que nada. A mesma dinâmica, roteiro (original) fraco e depois de adaptado conseguiu piorar. A mesma linha do Código, é só um pretexto de fazer continuação para ganhar dinheiro. Com igrejas construídas numa época onde a altura monumental era para causar impacto nos fiéis, nem isso a fotografia e direção conseguiu aproveitar. Se elogiei Hanks acima, agora preciso dizer que percebe-se que ele tá a fim de ganhar dinheiro.

leiamaisDica do @brogui.

fast and furious 4

Fazer uma franquia sem fim (sim, já há planos de uma 5ª parte) de nada lembra o passado, onde poucos filmes – só os melhores em bilheteria e crítica – como Rocky e Star Wars  garantiam mais de 3 filmes, faz o cinema atual mostrar que não tem escrupúlos para ganhar dinheiro, ainda mais com uma população receiosa quanto a crise e que procura o cinema como uma forma de se divertir. E isso o filme ‘Velozes e Furiosos 4′ cumpre bem.

Uma tentativa de recuperar a credibilidade da saga foi trazer os rostos conhecidos da primeira parte de volta, como Vin Diesel. Assim, com uma história que não abusou dos carros, fazendo-os de segundo plano para uma trama de narcotráfico entre México e EUA (sempre a mesma história) a obra ganhou ares de filme.

Esse talvez seja o melhor dos ‘Fast and furious’. Mas isso nem significa tanto. Pois os elementos clichê estão ai: a morte da garota como motivação para entrar no crime, o cara mau que na verdade é bom que trabalha para o governo (mas na verdade é senhor de si), pessoas que começam o filme confusas e perdidas na vida e no final encontram um rumo para a vida (que nem é tão permanente, é só até estreiar a próxima continuação), latinos-estereotipados-adoradores-de-carros-tunados, mulheres que pilotam tão bem quanto qualquer carro mas são frágeis e doces. E a lista só aumenta.

Somando tudo isso a falhas de continuidade perceptíveis, um mote previsível que não empolga e atuações de sujeitos que estão na película exclusivamente porque se parecem com badboys temos uma mistura nada boa. Mas saliento que esse é o melhor projeto da série, o único que talvez possamos chamar de filme, em que não há tantos exageros com a modificação de carros, as cenas de perseguição são eletrizantes e você percebe que pode ser considerado uma obra de entretenimento de massa. E só.

Obs.: Para ilustrar esse post uma comparação com Wolverine, que gerou grandes expectativas aos fãs, mas ficou só no título de blockbuster: Fast and Furious 4 não promete nada que não vai cumprir. Quem entra na sala de cinema sabe bem o que vai ver.

Se faltou argumentos ou justificativas para o post anterior a imagem abaixo já esclarece.

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