Blog do @_ricardo

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O ano na música brasileira

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Dando uma pausa na lista dos melhores discos do ano deste blog, que não apresenta nenhuma menção ao cenário nacional, destaco neste post o que se sobressaiu no ano no Brasil:

– O bom trabalho de Marcelo Camelo (Toque Dela)

– O R&B melódico  de Criolo (Nó na orelha)

– A volta de Chico Buarque (Chico).

Além disso, dois videoclipes chamaram a atenção (assim como os filmados em preto-e-branco por Criolo):

– Thiago Pethit com Nightwalker

Móveis Coloniais de Acaju com O Tempo

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Written by _ricardo

18/12/2011 at 14:35

Publicado em Listas, Música

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Short Review: Drive (2011)

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Após o tremendo sucesso que fez no Festival de Cannes deste ano (ganhou prêmio de melhor diretor), o filme Drive, dirigido por Nicolas Refn e estrelado por Ryan Gosling chegou a hora de você conferir a crítica desse poderoso filme.

O roteiro que gira em torno da vida do dublê que não possui nome (Gosling) de cenas de ação para o cinema e, nas horas vagas, motorista de fuga para crimes (o fato de não possuir nome é uma ótima referência aos personagens de Clint Eastwood nos westerns de Sergio Leone) dá o tom a principal característica do filme: não apresentar grandes oscilações de humor e ritmo nos diálogos. Se engana quem possa imaginar um filme monotono, pois essas oscilações ocorrem através do próprio contexto da cena, já que Ryan Gosling interpreta muito bem alguém que raramente esboça uma emoção, mas faz o que tem que ser feito, nem que isso inclua, na ótica no filme, praticar atos violentos grotescos como matar pessoas ao melhor estilo Quentin Tarantino: não basta retratar a cena de um crime ou assassinato, tem que ser cinematograficamente “bonito”.

Com um elenco coadjuvante muito bom (Carey Mulligan enfim em uma boa atuação e Albert Brooks sagaz nas suas frases – exemplo: na cena em que Brooks estende a mão para cumprimentar Gosling, este responde que está sujo [de graxa] e Brooks retruca “Também estou sujo”, mas essa sutil resposta idz respeito a sujeira dos crimes organizados por ele).

Por fim, outra grande qualidade do filme é a estética e vitalidade com que Refn filma as cenas, dando força aos personagens sem precisar intensificar ritmo da película (destaque para a ótima cena do elevador com variação da luminosidade ou a cena que Gosling apenas acompanha outro personagem sair do recinto com o olhar, sereno mas extremamente concentrado). A isso, se soma a trilha sonora que segue um mesmo tom e, mesmo assim, se altera no decorrer do filme (dica:  escute a música da introdução – http://www.youtube.com/watch?v=MV_3Dpw-BRY). A soma de todos estes pontos levantados aqui resulta num filme que poderia ser extremamente banal (quantos filmes com perseguições, crimes e dublês não existem e são apenas entretenimento?), mas não é. É um dos melhores filmes do ano.

Nota: 4/5

Written by _ricardo

17/12/2011 at 14:08

Review: Scenes from Suburbs (2011) – o disco do Arcade Fire que virou filme

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Em 2010 o Arcade Fire gravou um álbum intitulado The Suburbs – e esse foi um dos melhores discos do ano. Mas a ousadia da banda canadense não parou na qualidade fonográfica. Para o primeiro videoclipe do álbum, da música Suburbs, o diretor escolhido foi ninguém menos que Spike Jonze, aclamado pelos seus trabalhos recentes no cinema e reconhecido como um dos melhores diretores de clipes musicais.

Mas, além do clipe (que está no vídeo acima), a parceria entre Jonze e o Arcade Fire resultou em um curta metragem intitulado Scenes from Suburbs, onde a trama do vídeo acima é desenvolvida ao som do disco da bandas. E o que é possível dizer sobre esse projeto ousado: transformar um disco conceitual em filme ? Eis as minhas impressões:

O filme, de aproximadamente 30 minutos é uma obra corajosa que tem êxito ao transmitir o clima do disco The Suburbs ao espectador e funciona assim: quem não escutou o álbum consegue captar seus conceitos (e provavelmente se sentirá tentado a escutá-lo posteriormente) e quem já conhecia as letras olha o filme encantado com as interpretações feitas para as músicas. A utilização das faixas Sprawl (I e II), assim como Month of May – que embala uma festa no filme – são primorosas. Mas, deixando a música de lado, é importante informar a trama do filme: é o mesmo grupo de amigos retratado no clipe do vídeo deste post, onde o protagonista vai revivendo os acontecimentos do grupo em flashbacks. E aí está o maior mérito de Spike Jonze, por usar esse tipo de narrativa, pois um desenvolvimento linear não seria possível nesse tipo de projeto. E é claro, todos os jovens vivem no subúrbio norte-americano, que vai sofrendo grande transformações, assim como os próprios personagens –  e este também é o tema central do disco ! A atuação dos garotos (que nunca tinham atuado; foram escolhidos em escolas dos EUA pelo diretor, mas não poderiam ter experiência profissional) é boa. Uma ressalva que é necessária fazer é o personagem Winter, que vai se tornando instrospectivo mas falta um desenvolvimento maior que os quase 30 minutos não dão. No fim, prevalece o clichê de que “eles continuam jovens, mas o que eles viveram os transformou” que é banal em termos cinematográficos mas tão verdadeiro que não vi problema nenhum no modo em como ele é colocado. E o filme termina com Suburban War (minha música favorita da banda) num clima pra lá de nostálgico.

Obs.: a cena da festa onde dá a entender que Kyle (o protagonista) beija a garota – mas isso não é mostrado – é genial !

E a melhor parte de tudo isso é que o curta está disponível para ser assistido na integra no portal Mubi.com, através deste link. Corre para assistir (ainda mais se você gostou do vídeo do post)!

Nota: 4/5

 

Update1 – o filme foi retirado do portal Mubi.com, mas é fácil encontrá-lo para download após uma rápida busca no Google 😉

Written by _ricardo

27/06/2011 at 19:53

Bizarro: Nova música do Foo Fighters e a Dança da Manivela

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Depois de encontrar a semelhança musical entre Paul McCartney e Chaves aqui, ao escutar o novo single Rope do (ainda) inédito álbum do Foo Fighters lembrei de outra estranha associação.

Apesar de gostar muito da banda, não posso negar que a nova música deles tem um toque de Dança da Manivela, do Asa de Águia. Bizarro é pouco !

Se você não acreditou, então, faça o seguinte:

– escute o trecho entre 14 e 24 segundos da música Rope (vídeo abaixo):

 

 

– escute o trecho entre 40 e 54 segundos do vídeo abaixo (a dança da manivela):

 

 

Notou o plágio ? HAHA

Foo Fighters, shame on you ! Até Calypso seria melhor (not) !

Written by _ricardo

12/03/2011 at 14:33

Oscar 2011 – Minhas apostas e os favoritos ao prêmio de melhor filme e principais categorias

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Neste post trago as minhas apostas aos vencedores do Oscar, que se realizará no próximo domingo à partir das 22:00 no horário de Brasília (TNT transmite toda a cerimônia e a Globo somente a metade final, ou seja, depois do Big Brother) . As minhas preferências, no entanto, vem num próximo post que fará um balanço dos melhores, independentes de prêmios.

E, empregando a tradicional frase (que foi abolida ano passado mas voltará a ser dita no prêmio desse ano) “And the Oscar goes to………….”

MELHOR FILME

Quem vai ganhar: O Discurso do Rei

Por quê? Ganhou os prêmios cujos votantes também são do Oscar (PGA, DGA) e traz uma história sobre superação, temática que predispõem prêmios. Não é nem de longe o melhor entre os concorrentes, mas parece que sua escalada a vitória já não tem mais volta.

MELHOR DIRETOR

Quem vai ganhar: Tom Hooper (O Discurso do Rei)

Por quê? Para selar a habitual dobradinha melhor filme + melhor diretor. Além disso, Hooper dirige seu filme com muita prudência e não comete erros graves, mesmo optando sempre pela obviedade.

MELHOR ATOR

Quem vai ganhar: Colin Firth (O Discurso do Rei)

Por quê? Porque a história já nos mostrou que a Academia prefere atuações que denotem grandes transformações. Firth faz seu papel com maestria e esse Oscar que ele irá ganhar é também um reconhecimento a sua carreira, que há tempos vem apresentado grandes atuações.

MELHOR ATRIZ

Quem vai ganhar: Natalie Portman (Cisne Negro)

Por que ? Porque é a melhor. Essa é uma categoria que a crítica especializada já nem gosta mais de falar, pois não gera discussões ou controvérsias, já que o nome de Portman é unanimidade. Merece, e muito. Mas, cabe espaço aqui para elogiar Annette Bening em sua interpretação em Minhas Mães e Meu Pai, especialmente na cena do jantar na casa da personagem de Mark Ruffalo.

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Quem vai ganhar: Christian Bale (O Vencedor)

Por quê? Depois do Batman ou do Exterminador do Futuro 4, teve a chance de mostrar uma personalidade mais humana e problemática. Por sua atuação se destaca mais que o protagonista (vivido por Mark Wahlberg). E, congratulações para o diretor David O. Russell que soube aproveitar as feições caipiras de Bale ao personagem. Além disso, a concorrência nessa categoria é fraca.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Quem vai ganhar: Hailee Seinfeld (Bravura Indômita)

Por quê? Diferentemente do restante da crítica, que aposta em Melissa Leo (O Vencedor), acredito que a jovem atriz de 16 anos irá ganhar por sua interpretação em Bravura Indômita. Ao meu ver, soube desempenhar o clima western e sereno do filme, bem como se adaptou muito bem a estética própria dos irmãos Coen, os diretores.

MELHOR ANIMAÇÃO

Quem vai ganhar: Toy Story 3

Por quê? Porque é a unanimidade de um ano mais fraco para animações desse nível. Isso se comprova ainda mais ao compararmos com o ano passado, onde tínhamos o genial Mary and Max (um das melhores animações que já vi, vale como dica de filme) e com os muito bons O Fantástico Sr. Raposo e Up – Altas Aventuras. Mas, quem assistir aos outros filmes da categoria (Como Treinar seu Dragão e principalmente o triste, mas tocante, O Ilusionista) não se arrependerá. TS3, além de ser nostálgico na medida certa, é uma das poucas contnuações no cinema (e isso vale para todo o tipo de filme) que mantem a qualidade dos anteriores.

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Quem vai ganhar: Incendies (Canadá)

Por quê? Se no ano passado tínhamos duas obras primas (O Segredo dos Seus Olhos e A Fita Branca) além do muito bom O Profeta nesse ano, a produção canadense é a única entre os concorrentes que é acima da média. Mas, caso não vença, pelo menos a torcida é para que Biutiful não ganhe.

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Quem vai ganhar: O Discurso do Rei

Por quê? Porque a Academia amou esse filme, que é bom, mas falha especialmente em seu roteiro.

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Quem vai ganhar: A Rede Social

Por quê? Porque o roteiro de Aaron Sorkin é ágil, inteligente e diferente do que se está acostumado a ver numa história que retoma a criação ou realização de algo importante.

MELHOR FOTOGRAFIA

Quem vai ganhar: Bravura Indômita

Por quê? Porque a refilmagem do clássico de John Wayne é resgatada com um acréscimo de qualidade na construção do ambiente rústico do velho oeste que dá espaço para que as grandes atuações de Jeff Bridges e Hailee Seinfeld prevaleçam.

MELHOR TRILHA SONORA

Quem vai ganhar: A Rede Social

Por quê? Apesar de gostar da trilha de A Origem, ela se assemelha muito aos trabalhos anteriores de Hans Zimmer, e a trilha de A Rede Social convence durante todo o filme, sendo um poderoso auxílio para ilustrar os pensamentos do protagonista (Jesse Eisenberg) que teima em ocultá-los sob sua faceta minimalista e anti-social. Especula-se ainda, que a trilha de O Discurso do Rei possa ganhar, mas acho muito difícil.

MELHOR CANÇÃO

Quem vai ganhar: We belong together, de Toy Story 3

Por quê? Porque retoma a nostalgia de Toy Story 1 e 2 e tem um papel fundamental no filme.

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Quem vai ganhar: A Origem

Por quê? Porque Cristopher Nolan e a equipe técnica construíram com perfeição um novo mundo no campo dos sonhos.

MELHOR EDIÇÃO

Quem vai ganhar: A Rede Social

Por quê? A ideia de introduzir os acontecimentos da história do protagonista a partir das revelações feitas nas mediações entre seus advogados funcionou extremamente bem para a história.

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Quem vai ganhar: Trabalho Interno

Por quê? Porque é explora um tema (a crise econômica de 2008) que os americanos tem imensa curiosidade de conhecer mais para entender e aprender a evitar uma nova sucessão de catástrofes econômicas. O melhor documentário (Esperando pelo Super Homem), porém, nem concorre. E, se você chegou até aqui e acredita que o documentário rodado no Brasil, Lixo Extraordinário, tem chances, bem, serei eu o obrigado a dizer que ele é um figurante de luxo na festa do Oscar.

 

 

As demais categorias, principalmente as de curta-metragem são uma incógnita. No entanto, nas categorias técnicas não mencionadas aqui, a aposta principal é A Origem, como em Edição de Som e Mixagem de Som.

Agora, você já pode participar dos famosos bolões do Oscar, sendo que algumas estão aí oferecendo tentadores prêmios, como o do HitFix que dará um iPad ao ganhador (brasileiro pode participar também).

Diferentemente do ano passado, onde apostei em Guerra ao Terror como grande vencedor do prêmio (e obtive êxito), nesse ano, se por um lado prefiro acertar nas minhas apostas, por outro ficarei bem satisfeito com o prêmio se os vencedores de Melhor Filme e Melhor Diretor forem diferentes dos mencionados.

Written by _ricardo

26/02/2011 at 16:30

Os melhores discos de 2010: parte 3/3 (5 – 1)

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Os melhores álbuns de 2010 – Na parte 1 dessa lista você conferiu as posições 11 a 15, e na parte 2 as posições 6 a 10. Pois bem, chegou  hora dos 5 melhores.

*a maioria dos vídeos das músicas só podem ser vistos no Youtube, devido a questões de direitos autorais. Mas, é bem simples: é só clicar em “Assista no Youtube” que você será redirecionado a página para ouvir a música.

5.Band of Joy“, Robert Plant – depois de se tornar um ícone nas décadas de 70 e 80, como vocalista do Led Zepellin, Robert Plant, em sua carreira solo, partiu para um nicho totalmente novo: músicas com tonalidades country e folk. E após um controverso disco com a participação de Allison Kraus, em 2010, ele mostra novamente porque seu nome já é sucesso há um bom tempo. Com um lado mais sombrio que as músicas folks habituais, Plant constrói um disco que beira a psicodelia, principalmente na ânsia de procurar uma solução para suas angústias de modo urgente.

4. “Wake  Up“, John Legend and The Roots – Uma parceria que fez bem a ambos, pois deu a qualidade do timbre de voz de John Legend uma essência com a trupe do Roots. Impossível não ouvir e não associar a melodias da soul music e a música tema de Shaft. A pegada black e soul do disco é uma das melhores surpresas do ano !

e o top 3:

3.Lungs“, Florence and The MachineÉ o primeiro álbum da banda e já desponta como um diferencial na cena alternativa do rock. Foi o album que me fez perder o preconceito com bandas cujo vocal é feminino. Um disco puramente dedicado a sinestesia, ou seja, a ser “sentido” de diferentes modos sensoriais. Um ponto de exclamação num cenário musical chato e depressivo. Devido a criatividade dos videoclipes e qualidade das músicas foi bem difícil escolher um para representá-lo, mas aí está:

2.Mojo” , Tom Petty and The HeartbreakersSem produzir qualquer material inédito há muito tempo, 2010 foi o ano de conhecermos o resultado da volta de Tom Petty e dos Heartbreakers: triunfal. A sincronia dos instrumentos, principalmente da primeira guitarra e a voz de Tom são a essência nesse disco, que se escutado na íntegra tem uma sequência formidável, uma história sendo contada. Coisa rara, ultimamente. Ou se preferir, como disse a revista Rolling Stone em sua acertada crítica, eles conseguiram fazer o mais difícil, agradar a audiência mais exigente do mundo: eles mesmos.

1. The Suburbs“, Arcade Fire Como já havia escrito aqui, na crítica do álbum, 2010 trouxe essa masterpiece da banda canadense. Uma obra para ser lembrada entre os grandes discos. Uma necessidade desesperada de encontrar algo que se perdeu há muito tempo. Um clamor que alterna momentos nostálgicos e a pretensão de seguir na busca pelo nirvana. A preocupação, de acima de tudo, dar o seu melhor, a essência da banda é claramente vista nesse magnífico vídeo de um show deles em New York:

E o que dizer do videoclipe dirigido por Spike Jonze?

Para aqueles que gostam de apenas um gênero musical, 2010 pode até ter sido mediano. Mas para quem se faz valer da máxima “música boa sem rótulos” foi um ano incrível, que ainda teve tantos outros bons discos que não entraram aqui, como o do Hot Chip, do Vampire Weekend, MGMT,….mas 2010 já ficou para trás, e 2011 se anuncia como um ano promissor no mercado fonográfico, pois teremos os novos álbuns do Foo Fighters, Coldplay, Peter Bjorn and John, The Kooks,  Edward Sharpe and The Magnetic Zeros e rumores sobre novos discos do The White Stripes, Queens of Stone Age e Strokes, entre outros.

Written by _ricardo

20/12/2010 at 21:54

Os melhores discos de 2010: parte 2/3 (10 – 6)

with 2 comments

Os melhores álbuns de 2010 – Na parte 1 dessa lista você conferiu as posições 11 a 15, e agora entramos no top 10 !

*a maioria dos vídeos das músicas só podem ser vistos no Youtube, devido a questões de direitos autorais. Mas, é bem simples: é só clicar em “Assista no Youtube” que você será redirecionado a página para ouvir a música.

10.The Lady Killer“, Cee-lo Green – foi o último disco a entrar nessa lista (tive que deixar o trabalho do Hot Chip de fora), mas foi por uma boa causa: Cee-lo Green, conhecido pelo seu trabalho do Gnarls Barkley, faz desse disco solo um dos mais influentes de 2010. Com letras sempre irreverentes e um timbre de voz inconfundível, dita tendências para outras bandas, seja no pop, rock, R&B.

9. “My Beautiful Twisted Dark Fantasy“, Kanye West – considerado o melhor disco pelo NME e pela Rolling Stone Magazine, há de se admitir que é uma obra-prima. Nenhuma faixa é igual a outra; uma profusão de melodias difícil de classificar quanto ao gênero.

8.Le Noise“, Neil Young – Oito novas músicas do lendário cantor que há muito não lançava material inédito. Dispensa maiores descrições, afinal é Neil Young dando o seu melhor, fazendo poesia com enorme facilidade.

7.Sting in the Tail” , Scorpions – o último disco da lendária banda alemã. O melhor deles em muito tempo. A volta aos ritmos clássicos, ao velho rock que os consagrou em  1980. Bons riffs de guitarra e letras com a única pretensão de animar o ouvinte.

6. Brothers“, The Black Keys – Todos querem fazer rock atualmente, mas poucos o fazem. Caem na conversa dos empresários e gravadoras, e acabam compondo músicas pop. Mas o Black Keys continua firme na pegada geek e roqueira, sempre irreverentes. Diferentes da maioria das bandas, são indispensáveis para quem gosta de rock.


No próximo post o TOP 5 dos melhores discos de 2010 !

Written by _ricardo

18/12/2010 at 14:52

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