Intrigas de Estado:Sabe quando todo mundo fala que uma coisa é boa e você vai todo faceiro querendo que realmente a coisa seja boa ? E descobre que é melhor ainda? Essa foi minha impressão de State of Play (Intrigas de Estado), com Russsell Crowe e Ben Affleck, afinadíssimos, num timming de direção exemplar, onde o telespectador vira refém das ideias do diretor e é levado, com maestria, a sentir e pensar exatamento o mesmo que os protagonistas ! E o final com música do Creedence ? F*da !

Up: E Up ? Não é um Ratatouille nem um Wall-E, mas vale cada centavo do ingresso. Tem que ser muito indiferente para não gostar. Filme curto, quando apela para lição de moral faz com bom senso e de modo ágil que não compromete a animação. Piadas simples feitas de modo exemplar resulta em mais um Gol ! da Pixar.

John Adams: Como disse Cláudia Croitor do Legendado, John Adams é luxo e riqueza. Produção de Tom Hanks, Emmy e Golden Globe de melhor minissérie. É fácil entender porque norte-americanos são apaixonados pela sua história.

Anjos e demônios: E Anjos e Demônios ? Passe longe. Falaram que era melhor que o filme do Código DaVince. Que nada. A mesma dinâmica, roteiro (original) fraco e depois de adaptado conseguiu piorar. A mesma linha do Código, é só um pretexto de fazer continuação para ganhar dinheiro. Com igrejas construídas numa época onde a altura monumental era para causar impacto nos fiéis, nem isso a fotografia e direção conseguiu aproveitar. Se elogiei Hanks acima, agora preciso dizer que percebe-se que ele tá a fim de ganhar dinheiro.